quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Previsões 2009

Seguindo a tradição da época, tirei um curso rápido na net e tornei-me um mestre no lançamento das cartas! É verdade! Consegui lançar uma a uns quase seis metros! Toda a gente aplaudiu! Foi um sucesso! Tou no Guiness e tudo (melhor dizendo, a Guiness está em mim, hehehe)!

Mas aqui deixo as previsões sluterianas para o ano de 2009:
CARNEIRO

Vai apoiar-se nos amigos e em familiares ao longo deste próximo ano, afogando-os devagarinho enquanto o seu barco se afunda.

TOURO

Vai desobrir que afinal não é o pensamento o que nos separa dos animais, mas sim uma cerca eléctrica.

GÉMEOS

O amor pode mover montanhas e abrir caminhos no mar, mas neste próximo ano só vai servir para aterrorizar as mulheres com quem se cruzar.

CARANGUEJO
Você é o seu maior inimigo. Esmague-lhe a cabeça com uma frigideira enorme quando ele/você não estiver a ver.

LEÃO

O importante é que tentou. Não que falhou. Que foi o que aconteceu. Mas isso não é importante. Não, o facto de que é um falhado não é nada importante.

VIRGEM

Você vai finalmente demarcar uma linha. Depois mais duas. Seguidas de umas quantas cruzes. Mas como vai fazer isso na sua pele com um x-acto, as pessoas vão achá-lo repugnante.

BALANÇA

Lembre-se disto: quando as pessoas dizem que as crianças são o nosso futuro, elas falam de crianças saudáveis e não dos deficientes dos seus filhos.

ESCORPIÃO

Você tem uma maneira engraçada de demonstrar afectos. O que é uma pena, porque as pessoas já estão fartas que lhes atire com tares à cara.

SAGITÁRIO

Um caroço no seu peito esquerdo vai confirmar aquilo que há muito receava: você agora tem peitos!

CAPRICÓRNIO

A vida vai pregar-lhe uma partida quando menos esperar: vai deixá-lo inconciente ao bater-lhe com um taco de baseball e deixá-lo abandonado num beco qualquer.

AQUÁRIO

Se ao menos aqueles que gozavam consigo na Escola o pudessem ver agora. O mal é que você continua invisível para a maioria das pessoas.

PEIXES

O seu fracasso em seguir as previsões do ano passado foi o responsável pela morte de milhares de pessoas inocentes um pouco por todo o mundo.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Méri Crisstmass


Ai uish iu a méri crisstmass,

ai uish iu a méri crisstmass,

ai uish iu a méri crisstmass...

end a épi niu iar!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Espírito natalício

SÓ QUERIA VER ACONTECER ISTO NUM BENFICA - SPORTING... OU NUM PORTO - BENFICA... E ENTÃO ACREDITAVA NO FUTEBOL EM PORTUGAL...

As imagens em baixo passaram-se na Holanda.

Um jogador do Ajax (camisola Branca com uma risca vertical vermelha) sofreu uma carga e ficou caído no relvado. Como é habitual nestes casos, a equipa adversária (equipamento amarelo) interrompeu a jogada, atirando a bola para fora para permitir que fosse assistido de imediato. No reinício da partida, o Ajax, num gesto de fair play, também usual, procurou entregar a bola ao adversário, através de um passe longo ao guarda-redes. Mas em vez de passe, daí resultou chapéu e um (imprevisto) grande golo, que, naturalmente, foi validado pelo árbitro, perante a surpresa e a perplexidade do marcador. Na jogada seguinte, numa atitude de compensação, os jogadores do Ajax não se movimentaram, para permitirem um golo fácil ao adversário.

Vale a pena ver.

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Prendinhas!

Caras(os) Amigas(os)

Aproxima-se a época festiva do Natal e Final de Ano. Considerando a minha qualidade de pessoa importante organizada, comunico a todos vós, meus amigos, admiradores, familiares e toda a sorte de pessoas que, de uma ou de outra forma, gostariam de ter a honra de me oferecer algo... para que possam ser por mim, eventualmente recordados... que já estou disponível, das 16h às 20h (todos os dias), para receber os vossos presentes.

Ciente que este aviso vos é de extremo interesse e importância e tomando em consideração a experiência dos anos idos, em que se formaram longas, perturbantes e trabalhosas filas em frente à minha casa para a entrega de presentes, apelo, sinceramente, para que cenas como essas não voltem a repetir-se. Espero que se portem com civismo e urbanidade nas vossas entregas. Evitem correrias de última hora e a desilusão de não me poderem oferecer um presente!

Admite-se também a entrega de apenas um presente por pessoa.

Agradeço desde já...esperando ter noticias vossas brevemente,

Saudações Sluterianas!

domingo, 14 de dezembro de 2008

Conversas...


Recebi um mail que achei ser digno de se partilhar com toda a gente. Mostra a forma como as mulheres podem dar cabo da cabeça a um homem (e nem precisam ser casadas com ele). Homem merece mesmo um lugar no céu!

Mulher - Onde vais?
Homem - Vou sair um pouco.
Mulher - Vais de carro?
Homem - Sim.
Mulher - Tem gasolina?
Homem - Sim.... coloquei.
Mulher - Vais demorar?
Homem - Não... coisa de uma hora.
Mulher - Vais a algum lugar específico?
Homem - Não... só andar por aí.
Mulher - Não preferes ir a pé?
Homem - Não... vou de carro.
Mulher - Traz-me um gelado!
Homem - Trago... que sabor?
Mulher - Morango.
Homem - Ok... na volta pra casa eu passo na loja e compro.
Mulher - Na volta?
Homem - Sim... senão derrete.
Mulher - Passa lá agora, compra e deixa aqui.
Homem - Não... é melhor não! Na volta... é rápido!
Mulher - Ahhhhh!
Homem - Quando eu voltar eu como um contigo!
Mulher - Mas tu não gostas de morango!
Homem - Eu compro outro... de outro sabor.
Mulher - Assim fica mais caro... traz de ananás!
Homem - Eu também não gosto de ananás.
Mulher - Traz de chocolate... nós os dois gostamos.
Homem - Ok! Beijo... já venho....
Mulher - Ei!
Homem - O que é?
Mulher - Chocolate não... Flocos...
Homem - Não gosto de flocos!
Mulher - Então traz de morango pra mim e do que quiseres pra ti.
Homem - Foi o que eu sugeri desde o princípio!
Mulher - Estás a ser irónico?
Homem - Não, não estou! Vou indo.
Mulher - Vem cá dar-me um beijo de despedida!
Homem - Querida! Eu já venho... depois.
Mulher - Depois não... quero agora!
Homem - Tá bom! (Beijo.)
Mulher - Vais no teu carro ou no meu?
Homem - No meu.
Mulher - Vai com o meu... tem leitor de cd... o teu não!
Homem - Não vou ouvir música... vou espairecer...
Mulher - Estás a precisar?
Homem - Não sei... vou ver quando sair!
Mulher - Não demores!
Homem - É rápido... (Abre a porta de casa.)
Mulher - Ei!
Homem - Que foi agora?
Mulher - Bolas!!! Que bruto! Vai, vai-te embora!
Homem - Calma... estou a tentar sair e não consigo!
Mulher - Por que queres ir sozinho? Vais-te encontrar com alguém?
Homem - O que queres dizer com isso?
Mulher - Nada... não quero dizer nada!
Homem - Que é... achas que te estou a trair?
Mulher - Não... claro que não... mas sabes como é?
Homem - Como é o quê?
Mulher - Homens!
Homem - Generalizando ou falando de mim?
Mulher - Generalizando.
Homem - Então não é meu caso... sabes que eu não faria isso!
Mulher - Tá bem... então vai.
Homem - Vou.
Mulher - Ei!
Homem - Que foi, porra?
Mulher - Leva o telemóvel, estúpido!
Homem - Pra quê? Pra ma estares sempre a ligar?
Mulher - Não... caso aconteça algo, tens o telemóvel.
Homem - Não... deixa estar...
Mulher - Olha... desculpa pela desconfiança, estou com saudades, só isso!
Homem - Ok, meu amor... Desculpa-me se fui bruto. Amo-te muito!
Mulher - Eu também! Posso cuscar no teu telemóvel?
Homem - Pra quê?
Mulher - Sei lá! Jogar um joguinho!
Homem - Queres o meu telemóvel pra jogar?
Mulher - É.
Homem - Tens a certeza?
Mulher - Sim.
Homem - Liga o computador... tá cheio de joguinhos!
Mulher - Não sei mexer naquela lata velha!
Homem - Lata velha? Comprei-o o mês passado!
Mulher - Tá..ok... então leva o telemóvel senão eu vou cuscar...
Homem - Podes mexer à vontade... não tem lá nada, mesmo...
Mulher - É?
Homem - É.
Mulher - Então onde está?
Homem - O quê?
Mulher - O que deveria estar no telemóvel mas não está...
Homem - Como!?
Mulher - Nada! Esquece!
Homem - Tas nervosa?
Mulher - Não... não estou...
Homem - Então eu vou!
Mulher - Ei!
Homem - O que ééééééé?
Mulher - Já não quero o gelado!
Homem - Ah é?
Mulher - É!
Homem - Então eu também já não vou sair!
Mulher - Ah é?
Homem - É.
Mulher - Boa! Vais ficar aqui comigo?
Homem - Não ... estou cansado... vou dormir!
Mulher - Preferes dormir a ficar comigo?
Homem - Não... vou dormir, só isso!
Mulher - Estás nervoso?
Homem - Claro, porra!!!
Mulher - Porque é que não vais dar uma volta para espairecer?!?!...

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Cânticos de Natal!

É verdade! Está a chegar esta época em que toda a gente, de um momento para o outro, se recorda que certos valores existem e, como que levados pelo sopro mágico do gordo de barbas que se senta nos centros comerciais recebendo no seu colo criancinhas puras e cristalinas (qual Bibi em plena casa de Elvas), desatam a ter atitudes positivas e humanitárias.

Uma tradição anglo-saxónica que ainda não chegou cá, se bem que temos as nossas "janeiras", mas não é bem a mesma coisa, é a dos cântigos de Natal, em que grupos de pessoas vão de porta em porta cantando e espelhando o espírito natalício. Cá, quando grupos de pessoas andam de porta em porta por norma são jeovás!

Não me vou alongar muito sobre o tema, por vários motivos que agora não vêm nada ao caso. Venho apenas aqui deixar um cântico que comove qualquer Slut nesta época plena de valores cristãos!

Há que saber apreciar! ;-)

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

domingo, 30 de novembro de 2008

As aparências iludem

Todos nós sabemos que as aparências iludem, no entanto, todos nós julgamos sempre "o livro pela capa". Não gostamos que o façam connosco, mas é algo que nos está no sangue fazer aos outros.

Não conseguimos (ou não queremos, ainda não me decidi sobre este ponto) ultrapassar esta questão de fazer o raio-x a alguém baseado apenas e só numa primeira impressão, na qual, muitas das vezes, carregamos o outro com todos os nossos preconceitos e frustrações.

De uma forma geral considero que, hoje em dia, toda a gente vive um pouco à defesa, procurando proteger-se de tudo e de todos, acabando dessa forma por se isolar, mesmo quando se está no meio de amigos. Gostamos de complicar as coisas. Crescemos e ganhamos pudores em nos mostrarmos aos outros como realmente somos, nas nossas fragilidades (se calhar também porque temos receio de olhar para dentro de nós e não gostarmos do que observamos). Muitas vezes estes comportamentos geram situações de conflito que podiam muito bem ser evitadas, porque em muitas delas a génese está numa qualquer falha (ou falta) na comunicação.

Porque o fazemos? Basicamente porque vivemos num universo onde a imagem impera. Dá-se mais importância ao embrulho do que ao conteúdo. E fazemos isso em todas as esferas da nossa existência (em maior ou menor grau, mas fazemos).

E além de tudo, ainda temos uma mente porca... ;-)

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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Carta ao Pai Natal


Querido Pai Natal,

Chamo-me André e tenho 6 anos.

Neste Natal eu queria um presente muito especial. Eu queria que em todo o mundo houvesse Paz e Amor, mas sei bem que isso é impossível de realizar ... pelo menos aqui no meu prédio.

Sempre que a vizinha do 5.º Dto. faz amor, não há paz na vizinhança. Principalmente quando o marido sai em viagem de negócios. Nesses dias, se calhar a televisão dela fica avariada, porque está sempre a passar aquele anúncio do shampoo Herbal Essences. "Ò ... sim, sim ... siiiim".

Bem! Como a Paz e o Amor estão riscados da lista, vou ter que optar pelos bens materiais, coisa que eu não queria nada ...

Para começar, eu queria que este ano a minha prenda de Natal fosse um brinquedo muito divertido que vi na televisão. Não, não é nenhuma daquelas mariquices dos Action Man, Homem Aranha ou tartarugas Ninja. O que eu queria mesmo era uma coisa que vi ontem no Telejornal!

Pai Natal, eu queria muito que me trouxesses um brinquedo que se chama RPG 7, que é um lança-granadas igualzinho aqueles que os terroristas usam para rebentar com os americanos no Iraque.

Mas preciso muito que me entregues o brinquedo já este fim-de-semana para eu fazer uma surpresa aos meus coleguinhas lá da escola. Eles vão estar todos num festa de Natal, em casa Henrique, que é filho de um grande empresário têxtil, que não paga salários há 3 meses, contrata capangas para dar porrada nos sindicalistas e tem uma amante no prédio onde mora a minha avó.

Todos os coleguinhas da minha sala foram convidados para a festa menos eu, porque o Henrique diz que o meu pai é teso e as minhas roupas parece que foram compradas na Feira de Carcavelos, em segunda mão, aos ciganos.

Eu sei que desfazer os coleguinhas da 1.ª classe com tiros de bazuca não é uma coisa muito bonita. Mas no ano passado fartei-me de fazer boas acções e a prenda que me trouxeste foi a porcaria de um carro telecomandado comprado aos marroquinos, que se avariou logo no primeiro dia.

Bem, pelo menos sempre deu para aproveitar as pilhas para o vibrador da minha mãe!

E por falar na minha mãe, neste Natal queria que ela tivesse uma prenda muito bonita ... pelo que percebi, ela precisa muito de uma padaria mesmo aqui à porta do prédio, porque há mais de um mês que não vê o padeiro .. pelo menos foi isso que ela contou no outro dia, quando estava ao telemóvel com um amiguinho que se chama Robertão.

Realmente, a minha mãezinha deve ter muita fome, porque depois começou a dizer ao amiguinho que lhe vai morder o cacete e, a seguir, vai pô-lo a aquecer na fornalha dela até ele ficar grande ... o que acho esquisito, porque eu aprendi na escola que, sem fermento o cacete não cresce!

Quanto ao meu pai, a prenda dele é uma daquelas máquinas que vendem tabaco nos cafés ... é para ter cá em casa porque sempre que o meu pai sai à noite para comprar tabaco só volta no dia seguinte.

Quando chega a casa diz que correu os cafés todos da zona e só conseguiu encontrar a marca de cigarros que ele fuma em Bragança, na boite A Bruxa.

É engraçado! A minha mãe diz que ele vai a Bragança à procura da brasileira, mas que eu saiba isso não é uma marca de cigarros ... é uma marca de café! Depois a minha mãe começa a falar em marcas de baton na camisa e aí é que eu fico sem perceber nada!

Olha, mas se não arranjares a máquina, tenta ao menos passar pelo Ribatejo e trazer um par de cornos. Pelo menos a minha mãe está sempre a dizer que era disso que ele precisava.

Para o meu irmão queria uma coisa mais simples. Basta trazeres umas roupinhas modernas, dessas que os adolescentes usam. Pelo que percebi, ele não deve gostar nada das roupas que os meus pais lhe compram, porque todas as noites, quando sai com os amigos, leva os vestidos da minha mãe.

Diz o meu tio Zé que até dá pena ver o meu mano ali na zona do Parque Eduardo VII, com as perninhas ao frio e com aquelas botas altas tão desconfortáveis. Deve-lhe doer muito os pés porque leva a noite inteira a pedir boleia aos carros que passam ...

E pronto, acho que já está tudo! Agora vê lá, não te esqueças de nada, se não sou bem capaz de fazer um telefonema anónimo a uma certa jornalista do Expresso a contar um episódio engraçado que me aconteceu no ano passado, quando te fui visitar ali a um Shopping, no Saldanha.

Ela vai gostar muito de saber que, quando eu estava no teu colo, aproveitaste para me apalpar o rabo e convidares-me para brincar aos trenós e aos comboinhos na tua casa, em Elvas!

É claro que ambos sabemos que isso não foi verdade! O que aconteceu realmente foi que te apanhei a fumar droga e a veres revistas pornográficas na casa de banho, mas sabes como é a memória das crianças ... vemos muitos desenhos animados e, por isso, estamos sempre a confundir as coisas. E convenhamos que o nome "Bibi da Lapónia" te assenta como uma luva.

Por isso, ou me trazes as prendas todas que te pedi ou é bom que comeces a procurar um bom advogado. E não te esqueças de comprar muitas embalagens de gel de banho. É que ali na prisão de Custóias dizem que é perigoso tomar duche com sabonete ... quando ele cai ao chão se te baixares para o apanhar corres o risco de ... ui ...

Pelo menos é garantido que vais ter um Bom Natal e um Feliz Ânus Novo!

Beijinhos,

Andrézinho

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Aula de ginástica

Para qualquer boa Slut que se preze a manutenção de uma boa forma física é algo essencial. Há que ter cuidados com o corpo e com a mente. Com a mente para poder ter sempre uma resposta espirituosa (sempre com muito estilo) na ponta da língua (na falta de algo melhor, há que ter a bela da resposta). Com o corpo porque é algo que faz bem à saúde. Dá-nos força e vitalidade e faz-nos continuar a caber dentro do mesmo número das roupas.

Há dias veio-me parar às mãos (salvo seja) uma peculiar aula de ginástica. Os exercícios são completos e o mestre bem experimentado nos mesmos. Tudo isto retirado de um singelo anúncio publicitário. Ché kir aut:

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domingo, 12 de outubro de 2008

Mamma Mia

Tenho andado meio ausente destes meios porque o tempo não tem sido muito para partilhar algumas sluterices que vão acontecendo!

Hoje aproveito para falar daquele que penso seja o filme do ano. "Mamma Mia" é o seu nome. Apesar de não ser um musical de raiz, pois os intérpretes não são cantores profissionais, também não concordo que o filme seja apenas uma mescla de vários clips musicais.

É um bom filme. Tem cenas bastante cómicas e descontraídas. Vê-se bem e, para quem gosta dos ABBA, sai-se satisfeito e a bater o pé ao som das músicas. A escolha das mesmas está bem feita, tal como também está excelente a introdução delas na história.

Sem palavras é, claro está, a participação de Meryl Streep. Bem longe de ser a menina adolescente da sério "Holocausto" dos idos anos 80, esta senhora tem aqui um desempenho fantástico! No campo oposto, na minha opinião, fica Pierce Brosnan, que penso não ter perfil (ou pelo menos não foi capaz de demonstrar tê-lo) para a personagem que interpreta.

Vale sempre a pena recordar!


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domingo, 5 de outubro de 2008

100


segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Let me fall

Hoje vi um bídeo (dito à moda do Puerto) que adorei. Achei-o simplesmente fantástico! Daqueles que merecem ser vistos num ecrã plasma enorme numa sala toda às escuras!

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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

O conto infantil no universo Slut


A Ritinha era uma menina muito especial. Tinha 6 anos e estava a aprender a ler. Ela gostava muito de poder juntar as letras e formar palavras. Um dia, depois da escola, a Ritinha foi passear pelo campo. Estava um dia bonito. o céu estava azul e o sol brilhava quente lá no alto. No meio de um prado a Ritinha deitou-se no chão e ficou a olhar para o céu. Os passarinhos voavam, chilreando alegremente. A Ritinha imaginou como seria bonito se os passarinhos também pudessem aprender a ler. Mas sabia que isso não era possível. Mas em breve ela iria juntar palavras bonitas para poder contar aqueles passarinhos. Mas isso ficaria para depois, para quando já soubesse mais palavras. Naquele momento ela queria apenas aproveitar o calor do sol que lhe batia suavemente na pele e então, levantou a saia, tirou as cuecas e começou a masturbar-se com 1 ramo de azevinho.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Rentrée

Estive uns tempitos sem postar nada por aqui. Não que tenha estado de férias. Quer dizer, por acaso até estive de férias, mas não fui para lado nenhum nem fiz nada de muito alucinante nas ditas. Estive este tempo ausente apenas porque estava ou sem imaginação ou sem cabeça para andar por aqui a escrevinhar estas pérolas da literatura internacional que por aqui posto.

Justificada que está esta minha ausência, que muito consternou os leitores do blog, que desesperaram (qual muro das lamentações) em choros constantes que provocaram inundações diversas por este planeta fora. SIM! Porque este blogue é lido a nível planetário. Sim, porque em pleno deserto mongol há-de haver uma alma caridosa que sabe português e que se liga à net para seguir as sluticidades aqui postadas.

Já dizia a canção "e Setembro chegou". Mas altera-se aqui um pouco a letra da melodia dos Duo Ouro Negro e vamos associá-la ao que Setembro tem de particular. É um mês de grandes alterações para muita coisas na vida portuguesa. Um ciclo que se fecha e outro que se abre. Uma das "alterações" é a chachada das rentrés políticas sem nada de novo que os partidos políticos fazem, por isso hoje venho, à semelhança dos partidos político, fazer uma rentré slutiana bloguista. E faço-o com simplicidade, usando para isso uma imagem que retirei da net e que tem um profundo conteúdo de índole político-social. Confirme-se e analise-se (quem não gosta de uma boa análise?).

quarta-feira, 16 de julho de 2008

I like them BIG

Ir às compras pode ser das experiências mais interessantes para se ter na vida, principalmente quando se vai com um amigo em época de promoções. Uma ida às compras pode presentear-nos com tiradas dignas de um filme neste zoo que é um centro comercial ou algo parecido a isso. Daria uma interessante tese de mestrado e/ou doutoramento alguém observar o comportamento das pessoas enquanto compram. Não falo dos gritos histéricos e das corridas parvas da abertura dos saldos em certos países da estranja. Não! Afinal somos tugas e algo mais comedidos.

Dentro de uma loja, por exemplo a Pepe Jeans, num espaço como o Freeport de Alcochete, podemos (àcerca de uma mala) assistir a esta conversa:

- "Olha esta mala era gira para ti!"

- "Não gosto! É pequena. Sabes bem que eu gosto delas grandes!"

Que tem esta conversa de especial? Nada poder-se-á dizer. E de facto é uma conversa banal. O certo é que quem se saiu com a segunda frase, o "gosto delas grandes", foi observado por um rapaz, que ao ouvir aquelas palavras deve ter tido um qualquer estalido no seu hipotálamo, despertando-lhe a líbido e que, olhando atentamente se deixou ficar por perto do autor da frase, numa de galanço, qual pavão que se exibe (neste caso seria mais um franganote do campo), esperava talvez dizer "eu tenho-a grande".

É sempre muito educativo ir as compras!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Bang Bang

Muito se tem falado sobre os acontecimentos passados no bairro da Quinta da Fonte, na Apelação, em Loures. A mim não me interessa assim tanto que tenha sido um bairro mal planeado e "guetizado", com a transferência de comunidades potencialmente inimigas de bairros que foram demolidos ao abrigo do Plano de Erradicação das Barracas, que governos anteriores aclamaram como tendo sido bem sucedido.

É certo que estes acontecimentos mostram que muita coisa vai mal neste país, mas vou aqui tentar enumerar aquilo que, a meu ver, realmente é demonstrado por estes acontecimentos e que se de uns se fala, outros parece ficarem esquecidos do pensamento de certas pessoas que recebem tempo de antena para falarem de realidades que não conhecem.

Eis alguns pontos a considerar:

- o bairro da Quinta da Fonte foi construído para alojar três tipos de comunidades distintas, uns por realojamentos oriundos das zonas da expo, outros por cooperativas de habitação económica.

- com este alojamento foi-se colocar dentro do mesmo bairro comunidades diferentes que antes tinham "áreas de influência e domínio" próprias dentro do submundo do crime/droga da zona norte de Lisboa (é como se se colocasse dentro da mesma casa duas famílias mafiosas rivais).

- o bairro da Quinta da Fonte (entre outros do género) foi construído, pago e mantido por dinheiros do erário público (dos nossos impostos), seja por via central seja por via autárquica.

- o que me chocou mais nem foi andarem aos tiros em plena rua, pois isso não é novidade (nem lá nem no país, para as mentes mais esquecidas recordo apenas as intervenções no bairro 6 de Maio, na Damaia, onde até a polícia tinha medo de entrar), a diferença foi que, desta vez, alguém filmou tudo (ou parte, pois só mostra uma das partes em conflito). O que nos devia preocupar a todos é o à vontade com que as armas são utilizadas, o que mostra que há pelo menos um bom conhecimento e manejo da arma.

- não se vê a polícia a intervir, o que demonstra que, de alguma forma, o Estado tem alguma dificuldade (ou não tem interesse) em se afirmar nestas comunidades. Não digo que fizesse alguma diferença neste caso, não sei se faria ou não, mas um bairro deste tipo deveria ter sido contemplado desde o início com uma esquadra policial e não apenas com um carro patrulha que por lá se passeia 2 a 3 vezes ao dia.

- não é xenofobia nem racismo querer ter paz e ordem pública dentro do país. Posto isto defendo que foi dada uma oportunidade a estas comunidades (principalmente às estrangeiras) para se adaptarem e contribuírem para o desenvolvimento do país mas, se elas não sabem reconhecer isso e, antes de o desenvolverem, só vêm aumentar a instabilidade, então deveriam ser expulsas de Portugal. Pode não ser politicamente correcto falar disto, mas não temos que levar com isto. Se eu deixo alguém entrar em minha casa, dou-lhe comida e tudo o mais e, no entanto, esse alguém começa a estragar as coisas, ponho-o fora de casa. E Portugal é isso mesmo, a nossa casa.

- porque digo que não é xenofobia? Vamos pensar um pouco. De que vivem estas famílias (não todas é certo, mas grande parte delas)? E aqui surge-nos um pormenor interessante. Teoricamente são famílias carenciadas, até vi muitos comentadores falarem do nível de pobreza. Vamos ver este nível de pobreza. São carenciados, vivem numa casa que lhes foi dada (com boa ou má construção é um tecto que muita gente honesta não tem condições para pagar com o fruto do seu trabalho), pagam rendas simbólicas (os que as pagam, porque muitos não as pagam mas continuam a viver lá), recebem o rendimento mínimo (pago por todos nós, com o dinheiro dos nossos impostos) e, no entanto, temos situações destas, em que as televisões são convidadas a entrar dentro das casas para filmar os estragos e somos então presenteados com frases destas "roubaram-me o plasma, a playstation dos miúdos, o computador, o dvd, etc e tal". Acho curioso como é que famílias carenciadas conseguem suportar um nível de vida para terem todos estes equipamentos de "primeira necessidade", isto para não falar dos automóveis, pois basta descer a avenida principal do bairro, a que depois sobe para o Catujal, para se ver que até pode haver gente carenciada lá, mas estão longe de ser a maioria pois afinal o negócio da droga (e não só) sempre deu avultados rendimentos.

- quem paga isto tudo? Somos nós!

Posto isto só me resta dizer uma coisa para finalizar. Vivemos nos país que merecemos pois todos somos responsáveis por nada fazer para alterar um país em que minorias "carenciadas" vivem à custa do trabalho árduo de uma grande maioria que observa pacificamente a forma como essas minorias nos vêem: como uns totós!

domingo, 6 de julho de 2008

domingo, 29 de junho de 2008

Pride

Ontem decorreu mais um Arraial gay em Lisboa. O que dizer ao certo sobre ele? Honestamente não sei muito bem o que falar e até me sinto um bocado cansado hoje para estar a exigir do tico e do teco um esforço suplementar para trabalharem num pedaço de literatura sobre o tema. Antecipo desde já as minhas desculpas aos eventuais leitores deste post se ele não sair nas melhores condições.

Começo então por constatar o óbvio: somos latinos, não somos nórdicos! Que influência pode isto ter na abordagem do tema? A resposta é: MUITA! Enquanto latinos estamos (ou deveríamos estar) habituados a uma cultura de rua. Devido ao clima estamos habituados a um convívio no exterior em detrimento de um convívio "indoors". No entanto, para baralhar toda esta questão, somos uns latinos conservadores o que faz com que, na maioria dos casos, contrariamente aos espanhóis, por exemplo, que em ocasiões destas nos saúdam com um caloroso "hola", nós não tendemos a meter conversa naturalmente com quem passa, mas antes deixamos-nos ficar pelo limite do olhar, da troca de olhares.

Ontem fui ao arraial. Já não ia a um penso que desde 2005 e resolvi-me a dar uma nova espreitadela ao evento. Da última vez tinha sido no Parque do Calhau, em Monsanto, ontem, pelo contrário, foi num local mais aberto, a Praça do Comércio, em plena Lisboa.

Estacionei perto do Campo das Cebolas, onde também decorria um outro arraial, este de cariz mais popular e ainda no rescaldo da tradição dos santos populares. Entre bailaricos e farturas, ao som de um "lá vai Lisboa", circundei o Ministério das Finanças para chegar até ao Terreiro do Paço, onde a batida já era outra. Ali estava a praça, com um palco numa das esquinas, rodeada por bancas dos vários bares que se associaram ao evento.

Afinal de contas o que é isto do Arraial? Deveria ser um conjunto de pessoas que se reúne para um convívio/festa. Realmente muita gente se junta, mas penso que na prática poucos realmente convivem. Chegam em grupos já formados e nesses grupos se deixam ficar. O que poderia ser uma óptima oportunidade para conhecer gente nova com gostos semelhantes não é aproveitado. No estrangeiro (e não precisamos de ir muito longe, basta irmos até aos nuestros hermanos) as pessoas falam entre si (nem sempre com vista ao engate e ao sexo fortuito) e naturalmente convivem e fazem a festa. Cá é quase como se fossem a um concerto ou a um qualquer festival de Verão.

Somos latinos mas a parte conservadora estraga-nos. Não nos misturamos, não fazemos aquilo que nos deveria ser natural - o conviver na rua com os outros, meter conversa, sorrir e dizer um simples "olá"!

Mas no global acaba por ser uma coisa interessante isto do Arraial. Por uma noite o Bairro Alto mudou-se para a Praça do Comércio e as mesmas pessoas, os mesmos grupos fazem questão de manter essa separação, mesmo sem haver as ruas ou as paredes dos bares a separá-los. De louvar a presença dos muitos estrangeiros que por lá vi e que assumem o Arraial como algo natural para eles e, esses sim, vão para lá com o espírito do que afinal aquilo deveria ser: uma festa! Houve momentos em que dei por mim a pensar se a música do outro arraial (o do Campo das Cebolas) ali estivesse, com uma fogueira para se saltar (como antigamente se fazia), não acabaria tudo por ser um pouco mais animado! Afinal de contas não tem a ver com isso a tradução da palavra Gay? Alegria? Festa?

Conluindo, penso que por uma noite podiamos todos deixar de ser um pouco tugas e ser um pouco mais gays! Afinal há uma crise instalada e precisamos de tudo o que nos afaste o pensamento das dificuldades do quotidiano! Por isso grito: Abaixo o tuguismo! Viva o gayismo!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

The story

Todos temos, em alguma altura da nossa vida, aquele momento em que escutamos uma música e nos parece que todas as forças cósmicas se conjugaram naquele instante para nos presentear com uma melodia que parece ter sido feita especialmente para nós, naquele momento particular da nossa existência. E assim nos identificamos com um som, uma palavra, uma nota... com algo que nos tocou no mais profundo do nosso ser. Esta foi uma dessas músicas!


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sexta-feira, 13 de junho de 2008

Muito ouvi hoje falar sobre a vitória do não no referendo que a Irlanda fez sobre o Tratado de Lisboa. De parte a parte ouvi esgrimirem-se argumentos. Não me sinto muito à vontade para falar da questão política propriamente dita, pois desconheço como se processou a campanha para o referendo na Irlanda.

Ouvi desculpas e avisos das pessoas do costume que populam nos comentários televisivos. Ouvi dizer que, se outros países tivessem também feito um referendo, o resultado poderia não ser diferente do da Irlanda.

De tudo isto que tem acontecido acho que a discussão se tem afastado bastante daquilo que, a meu ver, deveria ser o ponto fulcral de toda esta questão que envolve a política europeia e europeísta: há um distanciamento cada vez maior entre a elite política e a população.

Não ponho aqui em causa se esta questão do Tratado de Lisboa deveria ou não ser ratificada por via parlamentar ou por via referendária. Isso para mim acaba por ser um pouco secundário. No entanto (e embora possa parecer contraditório e incoerente), o que me aflige mais é ver a forma como decisões sobre um futuro que nos afecta a todos nós são tomadas sem nos explicarem o que verdadeiramente está em causa.

O Tratado é um assunto complicado. É um facto! Ninguém o discute. Mas por isso mesmo ele deveria ser devidamente explicado à população e numa linguagem que essa população também o entenda.

Para mim foi isso que foi um pouco referendado também na Irlanda. As questões europeias são ou não bem explicadas pelos governos/políticos às respectivas populações? A resposta penso que é um evidente não. Penso que a maioria dos europeus (nem falo aqui unicamente dos portugueses) não faz a mínima ideia do que consiste o Tratado de Lisboa. Ninguém leu o texto (duvido até que muitos políticos o tenham feito). E nestes casos uma explicação numa linguagem acessível a todos deveria ser a prioridade de qualquer governo (independente da forma escolhida para a ratificação do mesmo).

Um outro erro em que a União Europeia caiu foi num apressado e desnecessário alargamento. Seria bem mais fácil de estruturar um Tratado como o de Lisboa numa Europa a 15 vozes, do que numa Europa que fala a 27. E o problema também reside aí. A Europa não fala a uma só voz e, não querendo ser céptico, duvido que o venha a fazer num futuro próximo. Mas de qualquer forma seria mais vantajoso e mais inteligente se a Europa tivesse tentado primeiro estabelecer estas questões todas, estruturá-las bem e então, quando elas estivessem bem assentes na estrutura institucional, proceder ao alargamento a leste. Quis-se dar um passo maior que a perna! Não se aprende com os erros do passado. Não se olha aos ensinamentos da História. E a História repete-se sucessivamente.

Resta-me então rematar com algumas questões: quem realmente está a pensar o futuro da Europa? Os cidadãos europeus no seu todo ou uma elite política que ainda não sabe muito bem o tipo de Europa que quer e que se fecha sobre si própria e não comunica com as bases populares que teoricamente a sustentam? Afinal para onde caminhamos todos?

terça-feira, 10 de junho de 2008

O amor a Portugal

Nada melhor para comemorar o dia 10 de Junho - dia de Portugal, de Camões e das comunidades, do que com este vídeo.


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Cintos & Cª

Já há umas semanas que ando para ir ver de cintos. Preciso de renovar uns quantos, pois a maioria dos que tenho já estão um pouco lassos (é o que dá comprar cintos na H&M a 5,90€). Ontem aproveitei e fui ver lojas à procura deles. Sou um pouco esquisito no que toca a cintos. Gosto deles grossos (quem não gosta?)... os cintos claro! Hoje em dia até que se encontram cintos engraçados, mas são mais para decoração do que para outra coisa. Não gosto de cintos muito finos que ficam logo todos amolgados com um dia de uso, por isso é-me um pouco difícil de encontrar cintos que goste, que sejam bonitos e resistentes.

Pois assim foi. Ontem andei a ver algumas lojas à procura de cintos. Não os encontrei (deviam ter ido à praia, como o faz a grande maioria dos lisboetas sempre que o tempo aquece um pouco e depois queixam-se que se constipam). Até agora não encontrei nada que me chamasse a atenção, mas não fiquei triste.

Resultado da minha busca de ontem: comprei três t-shirts da Calvin Klein!

domingo, 8 de junho de 2008

What if

É já de 2001 esta música. Surgiu na banda sonora de uma animação de "Um conto de Natal" de Dickens. Houve um tempo em que a ouvia muito na RCS, até que a consegui ter em mp3. Hoje resolvi procurar o vídeoclip e apresentá-la aqui. A cantora é mais conhecida pela sua participação em "Titanic", mas já a tínhamos podido ouvir cantar antes em "Sensibilidade e bom senso", onde actuava ao lado de Emma Thompson e Hugh Grant. Vale a pena ouvir Kate Winslet neste seu "What if".

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sexta-feira, 6 de junho de 2008

Don't Give Up, You Are Loved

Nos últimos dias de manhã, a caminho do trabalho, ouvindo o Café da Manhã na RFM, entre a marca do Zé e as patetices da Carla Rocha e do Zé Coimbra, tenho sido presenteado com uma música que acabou por me ficar no ouvido. Hoje procurei-lhe o vídeoclip e resolvi postá-la aqui!
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sábado, 31 de maio de 2008

Com um brilhozinho nos olhos...

Há um texto, de autor desconhecido, que conta a seguinte história:


«Disse um soldado ao seu comandante:

-"O meu amigo não voltou do campo de batalha. Meu comandante, solicito autorização para ir buscá-lo."

Respondeu o oficial:

-"Autorização negada!" "Não quero que você arrisque a vida por um homem que, provavelmente, está morto!"

O soldado ignorando a proibição saiu e uma hora mais tarde voltou mortalmente ferido, transportando o cadáver do seu amigo.

O oficial estava furioso:

-"Eu não lhe disse que ele estava morto?!"

-"Diga - me, valia a pena ir até lá para trazer um cadáver?"
E o soldado, moribundo, respondeu:

-"Claro que sim, meu comandante! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e disse-me:

- Tinha a certeza que virias!"

"Um amigo é aquele que chega quando todos já se foram."»


Faz hoje uma semana em que consegui uma das coisas mais maravilhosas deste mundo - fazer um amigo! Passámos juntos um dia memorável! Um daqueles dias em que as almas se unem! Foi com pena que o me tive que apartar dele! Senti esse pesar apenas por uma razão: porque ainda vão passar uns meses até termos oportunidade de voltarmos a estar juntos! Mas foi bom, poder estar com alguém com quem nos sentimos bem, sem necessidade de agradar e o tempo passar sem se dar por isso, no meio até de brincadeiras mais pueris! E realmente é das coisas mais fantásticas que existe: sentir que se fez um amigo! Pois são eles que nos dão o colorido à vida e, sem eles, não somos nada nesta vida!


I miss you my sweet friend!


sexta-feira, 30 de maio de 2008

Vale a pena pensar nisto

Metade dos nossos erros na vida nascem do facto de sentirmos quando devíamos pensar e pensarmos quando devíamos sentir!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

ESC 2008 (part 2)

E segue agora a segunda parte!


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ESC 2008 (part 1)

Neste fim-de-semana teve lugar o Eurofestival da Canção. Tudo bem que já não tem o mesmo impacto de outros tempos em que, nessas noites de sábado, a família ficava em peso colada frente ao televisor, mas ainda continua a cativar bastantes espectadores.

Não me vou alongar muito, nem opinar sobre a participação portuguesa ou sobre a canção vencedora (gostei bastante da canção sueca que, estranhamente, ficou mal classificada), vou apenas reviver um pouco da história do evento ao longo dos anos com os respectivos vencedores.


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quarta-feira, 21 de maio de 2008

Os maravilhosos gestores das petrolíferas e o aumento do preço dos combustíveis

Fiquei tão emocionado que quase chorei! É verdade! Esta semana, ao ver na televisão a conferência de imprensa do presidente da Galp Energia, senti um tal fluxo de emoções percorrer
o meu corpo que me senti quase como se estivesse a ver os desenhos animados do Tom & Jerry.

Hoje às 0:00h, o preço dos combustíveis voltou a subir. De acordo com o erudito senhor, tal aumento deve-se às circunstâncias internacionais, as quais ele não consegue controlar e vê-se repetidamente forçado a espelhá-las no preço final dos combustíveis. E foi com dor e consternação que ele se afirmou condoído perante o facto de os portugueses terem que suportar tal factura, apontando o dedo incriminatório à carga fiscal que recai sobre os produtos petrolíferos.

Realmente eu vejo-me forçado a ter que parabenizar os gestores da Galp. Como é possível a uma petrolífera que, aparentemente, só compra o petróleo quando ele atinge os seus máximos (quando se sabe que pelo menos esse mesmo petróleo demora uns três meses a chegar, já refinado, aos consumidores) consiga ter os lucros que apresenta quando labora num país com uma carga fiscal tão pesada?

Dizem que o Estado fica, em impostos, com cerca de 0,80€/litro. Ora isso significa que o resto é lucro para a petrolífera. Valor esse que, acredito, cobre os custos da compra do crude, refinação e distruibuição.

Depois veio a notícia que afinal os preços já não aumentaram. Dizem que houve uma confusão interna. Um tal mal-entendido. Afinal uma grande empresa é como um organismo vivo. Se calhar a Galp estava com gases (seria essa a confusão interna?). Não sei. Entre ordem e contra-ordem uma pessoa baralha-se.

Parece-me (e até acredito que seja isso o que tenha acontecido) que o Estado tenha exercido o poder que detém na Galp (graças à goldenshare que mantem) e alguém terá ligado à administração da Galp e terá dito «ó meus senhores, vamos lá a parar com isso».

Eu comparo uma evolução que notei nos combustíveis entre Portugal e Espanha. Tudo bem que o IVA e outros impostos sejam mais baixos em Espanha. Mas mesmo assim é válida uma comparação. Ora vejamos: no dia 1 de Maio, em Badajoz (curiosamente num posto da Galp), atestei o carro e a gasolina sem chumbo de 95 octanas estava a 1,17€/litro. Em Portugal estava a 1,44€/litro. No dia 18 de Maio atestei novamente em Espanha, desta feita em Ayamonte, e paguei 1,08€/litro. Em Portugal pagaria 1,47€/litro.

Muito bem. A carga fiscal é diferente nos dois países. Mas o sentido da evolução do combustível é diferente de um e de outro lado da fronteira. E venham-me então dizer que não há marosca na fixação dos preços em Portugal. A autoridade da concorrência já anda a investigar. Vamos ver a que conclusões chegam: se à verdade ou se a um novo atestado de estupidez ao povo de Portugal?

Quando falamos nestas questões tendemos a pensar apenas na gasolina. Mas não nos podemos esquecer de outras coisas, que acabam por estar encadeadas entre si. A maioria da electricidade produzida em Portugal é conseguida em centrais termos electricas, isso significa que há uma máquina a queimar combustivel para produzir electricidade. Muitas empresas vão ver os custos de produção aumentar (electricidade, distribuição porque os camiões não andam a água, etc.) o que vai significar um aumento do custo de vida e da inflacção em Portugal. E lá continuaremos a ser os mais pobres dos pobres do velho continente, onde as desigualdades sociais cada vez mais vão ser evidentes. Onde vai tudo isto parar? Não quero nem pensar nisso!



quinta-feira, 15 de maio de 2008

Pirilamparices

Andou por aí a campanha do Pirilâmpo Mágico 2008. Tentei encontrar no youtube o vídeo do primeiro de todos que foi, para quem não se lembra, no já longínquo ano de 1987. Não consegui mas, em contrapartida, deixo aqui um dos vídeos mais engraçados sobre pirilamparices que alguma vez passou na televisão portuguesa!


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domingo, 11 de maio de 2008

O Fortuna

O Fortuna

Velut luna,
statu variabilis.
Semper crescis
aut decrescis
Vita detestabilis.
Nunc obdurat
et tunc curat.
Ludo mentis aciem.
Egestatem, potestatem
dissolvit ut glaciem.
Sors immanis
et inanis
rota tu volubilis.
Status malus,
vana salus.
Semper dissolubilis
obumbrata
et velata.
Michi quoque niteris.
Nunc per ludum
dorsum nudum
fero tui sceleris.
Sors salutis
et virtutis
michi nunc contraria.
Est affectus
et defectus
semper in angaria.
Hac in hora
sine mora,
corde pulsum tangite,
quod per sortem
sternit fortem.
Mecum omnes plangite!

Ó Fortuna

Como a lua,
seu estado é mutável.
Sempre crescente
ou decrescente.
Vida detestável.
Primeiro maltratas
E depois lisonjeias.
Mente afiada no jogo.
A pobreza e o poder
tu as fundes como gelo.
(Da) sorte monstruosa
e vazia
tu giras a roda.
Tu és perversa,
tua segurança é vã.
Sempre dissolvida
nas sombras
e escondida.
Me ameaças também.
(E) agora, como parte do jogo
eu trago o dorso nu
para a tua perversidade.
A sorte da saúde
e da força
está agora contra mim.
(Ela) foi afetada
e destruída
totalmente por sua causa.
Então nesta hora
(e) sem demora,
que sejam tocadas as cordas vibrantes,
posto que a sorte
derruba até os fortes.
(E) que todos chorem comigo!

sábado, 10 de maio de 2008

It get's lonely

Hoje quando andava a navegar no iutubi descobri este vídeo com uma música simples, singela, mas da qual gostei. O melhor está sempre envolto na simplicidade! Digo eu pelo menos! E no geral até que não é mentira!


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Oh God! I'm becoming a melodrama queen!

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Um dia bem passado

Aproveitar um fim-de-semana ou um dia feriado e, na boa companhia de um amigo, partir um pouco sem destino, em velocidade cruzeiro, à descoberta dos tesouros, mais ou menos conhecidos, que o nosso país encerra. Eis a receita para um dia bem passado!

quarta-feira, 30 de abril de 2008

O nosso amigo

Em conversa com um conhecido surgiu o seguinte de um texto que estava a ser traduzido:

«Afinal, parece que o pénis perfeito pode ser simplesmente um pénis que seja saudável e que faça feliz o dono, os seus amigos e aqueles que ele ama. E é isso que verdadeiramente interessa, a menos que pensemos que um pénis perfeito é aquele consegue fazer truques.»

Como não tinha mais nada que fazer pus-me a pensar nisto. Não cheguei a grandes conclusões.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

O preço da Liberdade

Já lá vão 34 anos desde que um grupo de militares, em revolta face a uma questão de pagamentos se reuniu, dando origem a um movimento que, depois de politizado e partidarizado, acabou por desembocar naquilo que ficou conhecido como a Revolução dos Cravos, no ano de 1974 a 25 de Abril, que veio colocar o fim a um regime e instituir um outro em seu lugar.

Não venho aqui discorrer nem sobre política nem sobre as motivações do que realmente foi a Revolução de Abril de 74. Venho falar do "pós". Uma análise rápida e sintética do que transformou este país que dá pelo nome de Portugal.

De um Portugal "amordaçado" vieram-se retirar essas mordaças e daí surgiu o grito. O país gritou a alto e bom som, como se pode ver no primeiro primeiro de Maio após o 25 de Abril, ou seja, o 1 de Maio de 1974. Depois desse grito estrondoso, em que quase 50 anos de receios e medos eram libertados passou-se a uma espécie de 10 anos de marasmo no país. 10 anos em que houve uma luta pelo Poder no país.

Chegamos então a 1984/85 em que houve finalmente alguma acalmia. Houve uma melhoria económica graças não só ao trabalho do FMI em Portugal, mas principalmente graças à posterior entrada de Portugal na CEE, com os seus respectivos fundos.

De lá para cá as coisas são o que se tem visto. Entrou-se num rotativismo político que provoca os mesmos danos que provocou em finais do século XIX: um desgaste da vida política, dos políticos, dos partidos, das instituições e de tudo o que lhes esteja directa ou indirectamente ligado. A generalidade da população afasta-se do intervencionismo que caracterizou os tempos imediatos a Abril de 1974, em que as pessoas sentiam e notavam que verdadeiramente poderiam fazer a diferença. Hoje em dia acomodaram-se e numa conversa sobre política surge sempre a máxima "são todos iguais!".

A nível social houve também uma clara (des)evolução! As pessoas na euforia do seu grito descobriram que tinham direitos. Começaram a manifestar esse sentimento em cada ocasião que se lhes apresentava. Transmitiu-se às gerações mais novas o ideal desses direitos e da sua natural reivindicação. Passou-se do 8 ao 80. Esqueceu-se que, aliados aos direitos também vêm os deveres. Mas falar em deveres ou alertar para a sua existência foi considerado como sendo "salazarista", "fascistas" e outros "istas" que tais. Foi o erro. Ainda não se encontrou um meio termo. Pior que isso. Parece notar-se que ao poder político não importa que se alcance esse meio termo. Compensou-se essas falhas com alguma ilusória prosperidade material, em detrimento daqueles que seriam os verdadeiros valores de uma verdadeira democracia.

Não interessa ao Poder Político ter uma sociedade instruída e interventiva, livre da permeabilidade propagandística. Torna-se mais difícil governar assim. Mais difícil conseguir rápidas fortunas. No entanto eu penso que deveria ser bem mais apelativo governar um país que se preocupasse com o seu futuro, que soubesse intervir e cumprir as suas obrigações em prol do melhor futuro para esse país.

Muitas vezes parece-me que se governa não em prol de um ideal comum do país, mas antes em beneficio dos interesses político-partidários.

Temos a democracia que merecemos e que deixámos que construíssem à nossa volta. Resta saber se o preço desta tão aclamada liberdade realmente compensa ou se, na prática, não estamos a hipotecar o futuro ao criarmos um país de acomodados que na prática continuam a viver com medo?

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Amor e dedicação

Mandaram-me este vídeo por mail e não consegui resistir a postá-lo aqui, partilhando-o assim com quem o quiser ver. É uma verdadeira mestria do verbalizanço popular (tripeiro neste caso). Demonstra aquilo que é um verdadeiro amor, uma pronfunda dedicação de uma senhora (já adiantada na idade) para com um senhor (neste caso o senhor presidente Jorge Nuno Pinto da Costa). Afinal de contas o Porto é uma nação e este é o seu linguajar!


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quinta-feira, 10 de abril de 2008

O que o céu nos dá


Li esta semana uma frase de que gostei. E gosto dessa frase em qualquer língua em que a sei dizer (e diga-se de passagem que ainda são algumas).

A frase era a seguinte:

«Se queremos ter o arco-íris, temos que suportar a chuva!»

É linda não é? É uma sentença de uma amplitude filosófico-ecuménica enorme! Toca-nos a todos, em qualquer fase da nossa vida e uma Slut que se preze também gosta de ter os seus momentos em que se liberta a filosofar (ao mesmo tempo que vai aromatizando a casa com alguns dos seus "pensamentos").

Muitas vezes nos esquecemos que uma má fase (por muito longa que seja) não dura sempre e que, a seguir, vem sempre uma fase melhor. Mas enquanto estamos envolvidos (ou absorvidos) por essa fase menos boa perdemos um pouco a capacidade de percepcionar o que há de bom, quase como se nos transformássemos numa qualquer espécie de ciclo vicioso de negativismo, que se auto-alimenta de nós próprios e da nossa energia.

É preciso ter a coragem para conseguir parar, olhar para cima e ver que a seguir à chuva vem o sol e que esse sol nos pode sempre brindar com um arco-íris que nos faça sorrir e apreciar a luz de tudo o que nos envolve.

E pronto... chega de filosofar por hoje!

domingo, 6 de abril de 2008

Desespero


Hoje deixo aqui um poema de como me sinto muitas vezes. Não é uma maneira mto Slutiriana de ver a vida, mas é real também!


«Aqueles que me têm muito amor

Não sabem o que sinto e o que sou...

Não sabem que passou , um dia a Dor,

À minha porta e, nesse dia, entrou.


E é desde então que eu sinto este pavor,

Este frio que anda em mim, e que gelou

O que de bom me deu Nosso Senhor!

Se eu nem sei por onde ando e onde vou!!


Sinto os passos da Dor, essa cadência

Que é já tortura infinda, que é demência!

Que é já vontade doida de gritar!


E é sempre a mesma mágoa, o mesmo tédio,

A mesma angústia funda, sem remédio,

Andando atrás de mim, sem me largar!...»


Quem adivinhar o autor leva um prémio!

O grito

Há alturas em que só me apetece gritar. Literalmente. Apetece-me abrir a boca e libertar o som que nasce bem lá no fundo, bem dentro de mim e que traga cá para fora tudo o que me corrói por dentro e que nem sempre consigo verbalizar. Não sei se isso iria ajudar ou não, mas penso que feito isoladamente funcionaria como uma boa terapia. Claro que se o fizesse em público toda a gente me iria considerar uma pessoa doida.

Mas funcionaria como o pipo de uma panela de pressão. Deixar sair o vapor a mais. Gritar! Gritar não no sentido de falar cada vez mais alto como pode acontecer numa discussão. Lançar mesmo um berro, daqueles que sentimos crescer em nós e que tem que ser libertado.

Gritar desalmadamente até ficar sem voz. É isso o que por vezes me apetece fazer quando me sinto triste, desapontado, desiludido, zangado com este mundo e com as pessoas que o povoam.

Gritar não para me fazer ouvir mas antes para me libertar. Não tanto para me libertar dos outros, mas mais para me libertar de mim!


Há alturas em que só me apetece mesmo gritar!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Long-Term Relationship

Ontem vi um filme que me fez tremer e me trouxe as lágrimas aos olhos. É um filme simples, que relata uma história simples. Não sobressai por nada de especial. Não penso que tenha grandes interpretações mas também não são más de todo. Não tem nomes sonantes no elenco e, no entanto, mexeu comigo.

Se uma pessoa se abstrair de várias coisas e se deixar envolver na história, o filme consegue ser bastante cativante. Penso que esse seja também o dom das histórias simples.

O filme chama-se "Long-Term Relationship", que se pode traduzir livremente por "Uma relação de longo prazo". É um filme de 2006 e não sei se alguma vez este filme andou pelos ecrãs nacionais, mas penso que não.

É disso mesmo que fala. De relações. De como vão sendo construídas e de como podem surgir quando menos se espera e da forma que menos se espera. E não vou contar muito mais sobre este filme. Quem o quiser ver pode sempre encontra-lo no emule. Para aguçar apetites, deixo aqui "a traila"!



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