domingo, 22 de novembro de 2009

Deixem-se maravilhar por esta genialidade… com música…

Para quem não conhecia ou não sabia a explicação, aí vai:

Kseniya Simonova é uma rapariga ucraniana, que acaba de ganhar o concurso Talentos da Ucrânia. Utiliza uma grande caixa iluminada, música dramática, a imaginação e a sua habilidade de 'pintar' com areia para interpretar a invasão e ocupação do seu país de 1941-1945. Ela conta uma história completa apenas movimentando a areia na mesa,usando somente suas mãos para criar estas imagens...

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sábado, 21 de novembro de 2009

Lágrima

Lá fora chove copiosamente e cá dentro... bem... cá dentro...

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A single man

Baseado num livro de Christopher Isherwood, "A single man", conta a história dum professor de inglês que tenta refazer a sua vida em Los Angeles, após a morte do seu parceiro. Só estreia a 18 de Fevereiro, mas vale a pena ir ver (e já agora ler o livro também)!

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Uma história de ternura...

ESPERO QUE TOQUE OS VOSSOS CORAÇÕES, TANTO COMO TOCOU O MEU!

Esta é uma história verdadeiramente tocante...

Estava às compras no Continente, quando uma velhinha me seguia pelos corredores, sempre com um sorriso na cara. Eu parava para ver um produto, ela parava e sorria: um mimo a velhinha!

Já na fila da caixa, ela estava à minha frente com seu carrinho cheio e sorria:

- Espero não tê-lo incomodado; mas você parece-se muito com meu falecido filho.....

- Com um nó na garganta, respondi que não havia problema, estava tudo bem..

- Posso pedir-lhe algo incomum ? disse-me a senhora idosa.

- Sim. Se eu puder ajudar....

- Posso pedir que se despeça de mim dizendo 'Adeus,mãe, vemo-nos logo? Era como dizia o meu querido filho... ficaria tão feliz!

- Claro senhora, não há problema, disse eu para alegria da velhinha. A velhinha passou as compras na caixa registradora, virou-se sorrindo e, agitando sua mão, disse:

- ADEUS, filho.....

Cheio de amor e ternura, respondi-lhe efusivamente:

- ADEUS mãe, vemo-nos logo?

- Sim... querido.

Contente e satisfeito com o pouco de alegria que dei à velhinha, passei as minhas compras.

- 250€ diz a rapariga da caixa.

- Está louca? Meia dúzia de compras ?

- Mais as compras da sua mãe..... ela disse que você pagava!!!!!



PUTA DA VELHA!!!!!!!



P.S.- Não... esta história não aconteceu comigo!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

As dores de amor...


Li este texto algures pela net e gostei tanto que resolvi partilhá-lo aqui!

«Existem duas dores de amor: A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos.

A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender.

Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós.

Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo' propriamente dita.

É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente... E só então a gente poderá amar, de novo.»

Dá que pensar...

domingo, 8 de novembro de 2009

Curso rápido de inglês

O Brasil já se prepara para receber a edição dos Jogos Olímpicos em 2016, dando cursos rápidos de inglês aos habitantes da cidade do Rio de Janeiro! Eis a prova!


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

domingo, 1 de novembro de 2009

Notre Dame de Paris

Uma das canções mais intensas de todo o musical. Tanto a versão original cantada pela Hélène Ségara, como a cantada pela Nöa, são fantásticas. A Céline Dion depois cantou-a em inglês, mas não é a mesma coisa. Esta toca a alma (ou então sou eu que ando mesmo numa variante muito romântica, se bem que este musical já tem uns bons anitos e sempre amei esta musica.

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La nuit est si belle
Et je suis si seule
Je n'ai pas envie de mourir
Je veux encore chanter
Danser et rire
Je ne veux pas mourir
Mourir
Avent d'avoir aimé
Vivre
Pour celui qu'on aime
Aimer
Plus que l'amour même
Donner
Sans rien attendre en retour
Libre
De choisir sa vie
Sans un anathème
Sans un interdit
Libre
Sans dieu ni patrie
Avec pour seul baptême
Celui de l'eau de pluie
Vivre
Pour celui qu'on aime
Aimer
Plus que l'amour même
Donner
Sans rien attendre en retour
Ces deux mondes qui nous sépare
Un jour seront-ils réunis
Oh ! je voudrais tellement y croire
Même s'il me faut donner ma vie
Donner ma vie pour changer l'histoire
Vivre
Pour celui qu'on aime
Aimer
Plus que l'amour même
Donner
Sans rien attendre en retour
Aimer
Comme la nuit aime le jour
Aimer
Jusqu'à en mourir d'amour
Jusqu'à en mourir d'amour