sábado, 6 de março de 2010

Se não pára de chover...

Quem quer sobreviver no universo sluteriano tem que dar largas à imaginação e ver oportunidade de negócio em todas as ocasiões. Dou alguns exemplos:

Exemplo 1: está numa fila enorme para o MacDonnald's (acontece muito no de Belém), ora pois faça o seguinte, "se me der 1€ deixo-o passar-me à frente" e, no final, conte o dinheiro. Vai ver que resulta!

Exemplo 2: Com o tempo que tem estado, as gajas (esse ser que alguém inventou para usar sapatos de salto alto, além das travecas claro) molham-se todas, pois ou usam botas quase até à vulva ou usam sapatinhos que até impressionam as chinesas dos pés pequenos e deformados. Pois eis que se encontra uma solução! Repare-se na imagem e faça-se o preço! Dá lucro é e é intemporal: dá para o Inverno e para o Verão!


domingo, 28 de fevereiro de 2010

Mudança de sexo?

Ramon e Helga passeavam agarradinhos e de mãos dadas pelo parque verdejante.

Os desejos sexuais de Ramon aumentavam quanto mais caminhavam entre as grandes e sombrias árvores.

Quando Ramon já não suporta tanta excitação e se prepara para se declarar, Helga interrompe-o:

- Espero que você não se aborreça amor, mas quero fazer xixi.

Apesar de espantado pelo pedido inusitado, Ramon concorda:

- Tudo bem Helga, vá ali para trás daqueles arbustos.

Helga segue o conselho de Ramon. Enquanto isso, ele, nervoso e possuído pela luxúria, escuta o som erótico da cuequinha a deslizar pelas coxas suculentas de Helga, e imagina tudo aquilo ali tão próximo e à sua disposição. Incapaz de se conter e seguindo os seus instintos animais, Ramon introduz o braço através dos arbustos e toca a perna dela. Suavemente, sobe as mãos mais e mais, até que, horrorizado, agarra algo grosso e quente, no meio das pernas dela. Muito assustado, pergunta-lhe:

- Helga! Por amor de Deus! Você mudou de sexo?

- Não - responde ela irritada. - Mudei foi de ideias... tô cagando!!!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Mala suerte!

Há momentos na vida em que uma pessoa pensa que vai ter uma semana descansada, mas em que tudo parece se concentrar para nos dar cabo do juízo e arruinar essa semana em que pretendíamos apenas estar no relax, calmamente e sem stresses, acabando nós por ir parar ao sofá de um psicólogo ou psiquiatra. Ora eu tive uma semana dessas!

Escolho o domingo para começar. Apenas e só porque era o dia dos namorados e, em que todas as empresas do mundo, num grande complot internacional contra nós, enfeitam as cidades com ursinhos e corações e chocolates e tudo o mais que nos possa fazer não esquecer que não temos ninguém especial a nosso lado.

Chegamos a segunda e o excel resolve ficar meio para o avariado ao ponto de nos estragar um dos ficheiros mais importantes que tínhamos no computador. Por causa disso, passamos os dois dias seguintes a fazer tudo e mais alguma coisa para tentar recuperar a informação contida nesse ficheiro. É claro que, numa semana destas, todo o nosso esforço foi em vão e não conseguimos recuperar nada de nada e tudo só serviu para nos desgastar e provocar imensas dores de cabeça, daquelas mesmo físicas e não apenas literárias.

E eis que chega quinta-feira e vamos ao médico, a uma consulta já há muito marcada, para ver como estamos após um problema que tínhamos tido em finais de Setembro de 2009. E finalmente, ao fim deste tempo todo (de Setembro a Fevereiro) ficamos a saber o que raio nos tinha acontecido em Setembro. Mas a conversa até tem o seu quê de cómico, numa alusão às tragicomédias clássicas do teatro grego:

- Médico: Bem isto em Setembro estava mesmo em mau estado, mas também está de acordo com a doença que tem.

-Eu (espantado e surpreso): Eu tenho uma doença?

- Médico: Sim, o senhor tem (um daqueles nomes técnicos enormes que no segundo seguinte esqueci) e é uma doença grave.

- Eu (ainda mais apalermado): Eu tenho uma doença grave? (o médico nesta altura já deve pensar que somos atrasados mentais)

- Médico: Sim... e vai acompanhá-lo sempre. Podemos tentar controlá-la, mas não tem cura.

É nesta altura que o nosso cérebro desliga, enquanto o médico explica as coisas todas, usando os termos técnicos e depois, a nosso pedido, os termos leigos, e se combina o que se vai fazer a seguir para controlar a coisa.

Quase automaticamente saímos do consultório, com um atestado na mão, encaminhamos-nos para o carro e, só aí, o nosso cérebro volta a ligar-se e é quando desatamos a chorar, feitos Madalenas arrependidas.

No meio disto tudo, a semana passou e nada se adiantou do trabalho que se tinha para fazer porque não há vontade, não motivação e... não há excel!

Citando um dizer antigo, há semanas em que uma pessoa de manhã, em que uma pessoa à tarde não devia acordar à noite!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Um mau dia...


Não sei se tem a ver com o tempo, ou se tem que ver com a época carnavalesca / são valentiniana. O certo é que tenho imensas coisas para fazer e já lá vão quatro dias e ainda não peguei em nada. Não que esteja a deixar tudo para a última como é o costume português. Não se trata disso, apesar de, na altura certa tudo aparecer feito como que por magia. Simplesmente não me apetece fazer nada e, quanto mais olho para o que tenho que fazer, com menos vontade fico.

Estou triste. Sinto a alma triste. Pesada! Nem sei ao certo com quê. Ou até sei e não sei ao mesmo tempo. Sei que me sinto triste. Sozinho. Pior que sozinho, sinto-me solitário, desamparado. E aqui estou eu feito torneira aberta.

É incrível o que uma avaria no excel despoleta!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

domingo, 31 de janeiro de 2010

Revolta do 31 de Janeiro de 1891 ???

É certo que a História é feita pelos vencedores, mas é igualmente verdade que é triste quando um povo se vê formatado no conhecimento do seu próprio passado.

Hoje comemora-se um pouco por todo o país, com especial incidência na cidade do Porto, aquilo a que a República apelidou da Revolta do 31 de Janeiro, simbolizando o primeiro grande sinal de descontentamento do país face à monarquia. Revolta fracassada é certo, mas sendo já visível, na mesma, o apoio popular.

Ora bem... Qual a verdade histórica desta versão que nos tentam passar? Quase nada! É tudo um chorrilho de propaganda republicana, que se auto-elogia, tentando fazer esquecer que se implantou em Portugal através de um golpe de Estado (e de sorte), nunca tendo sido peblescitada ou mesmo sufragada pela população, que se vê, hoje em dia impedida, por motivos constitucionais, de poder sequer questionar qual o tipo de regime em que prefere viver.

Vamos então tentar, de uma forma resumida, repor a verdade sobre o que foram os acontecimentos do 31 de Janeiro de 1891 na cidade do Porto. Na sequência do Ultimatum inglês e do descontentamento que o mesmo vai gerar no orgulho português, vai surgir um pequeno levantamento de militares de baixa patente, que rapidamente vai ser reprimido e, adequadamente, julgados e condenados.

Este movimento, à época, não teve qualquer importância. Para o confirmar, basta ler os jornais do dia seguinte onde o acontecimento nem sequer é referido, nem comentado nas esferas do poder lisboeta. Não porque o mesmo tenha sido abafado (havia muito mais liberdade de imprensa durante os últimos tempos da monarquia do que durante todo o período republicano), mas porque efectivamente se tratou de um movimento sem qualquer significado relevante.

Quanto à questão da bandeira, nem muito vou comentar sobre isso, porque nessa altura a Carbonária (a quem se deve as actuais cores da bandeira republicana) ainda não estava no seu pleno. E aludir a futura bandeira aprovada em 1911 à usada em 1891 é um perfeito disparate.

Por isso, Portugueses, investiguem o vosso passado, sem receio, sem se deixarem levar pela propaganda republicana, que tudo faz para justificar os acontecimentos de 1910 e se celebra a si própria.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Campanha anti-GAY

Já não bastava a Igreja vir dizer que nunca aceitará os casamentos homossexuais (esquecendo-se de dizer que também não aceita nem reconhece os casamentos civis hetero, que apenas os tolera) vem agora a lume uma campanha feminina contra os homossexuais.

Irritadas com a explosão da onda gay no mundo inteiro, as mulheres reuniram-se e lançaram uma campanha a nível mundial com a distribuição em massa desta t-shirt.


terça-feira, 19 de janeiro de 2010

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Esperança...


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

(Fernando Pessoa)

sábado, 9 de janeiro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Saudades...

Houve um tempo, uma época que agora parece distante, em que tudo era mais fácil, em que tudo era mais simples, mais inocente, mais transparente. Uma época em que as pessoas se entre-ajudavam e em que não vigorava tanto este egoísmo que corrói hoje em dia a nossa sociedade. Uma época em que o humor era mais simples, mais puro, mais colorido sem ser brejeiro. Que saudades...

video

domingo, 3 de janeiro de 2010

So true...

A imagem já é antiga, mas vale sempre a pena publicá-la!


sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Dá-me um abraço


Dá-me um abraço que seja forte

E me conforte a cada canto

Não digas nada que o nada é tanto

E eu não me importo

Dá-me um abraço fica por perto

Neste aperto tão pouco espaço

Não quero mais nada, só o silêncio

Do teu abraço

Já me perdi sem rumo certo

Já me venci pelo cansaço

E estando longe, estive tão perto

Do teu abraço

Dá-me um abraço que me desperte

E me aperte sem me apertar

Que eu já estou perto abre os teus braços

Quando eu chegar

É nesse abraço que eu descanso

Esse espaço que me sossega

E quando possas dá-me outro abraço

Só um não chega