domingo, 15 de novembro de 2009
Dido's lament...
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When i am laid in earth
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
As dores de amor...

Li este texto algures pela net e gostei tanto que resolvi partilhá-lo aqui!
«Existem duas dores de amor: A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo' propriamente dita.
É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente... E só então a gente poderá amar, de novo.»
Dá que pensar...
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Canção para um dia assim...
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domingo, 8 de novembro de 2009
Curso rápido de inglês
O Brasil já se prepara para receber a edição dos Jogos Olímpicos em 2016, dando cursos rápidos de inglês aos habitantes da cidade do Rio de Janeiro! Eis a prova!

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
Notre Dame de Paris
Uma das canções mais intensas de todo o musical. Tanto a versão original cantada pela Hélène Ségara, como a cantada pela Nöa, são fantásticas. A Céline Dion depois cantou-a em inglês, mas não é a mesma coisa. Esta toca a alma (ou então sou eu que ando mesmo numa variante muito romântica, se bem que este musical já tem uns bons anitos e sempre amei esta musica.
La nuit est si belle
Et je suis si seule
Je n'ai pas envie de mourir
Je veux encore chanter
Danser et rire
Je ne veux pas mourir
Je ne veux pas mourir
Mourir
Avent d'avoir aimé
Vivre
Pour celui qu'on aime
Aimer
Plus que l'amour même
Donner
Sans rien attendre en retour
Libre
De choisir sa vie
Sans un anathème
Sans un interdit
Libre
Sans dieu ni patrie
Avec pour seul baptême
Celui de l'eau de pluie
Vivre
Pour celui qu'on aime
Aimer
Plus que l'amour même
Donner
Sans rien attendre en retour
Ces deux mondes qui nous sépare
Un jour seront-ils réunis
Oh ! je voudrais tellement y croire
Même s'il me faut donner ma vie
Donner ma vie pour changer l'histoire
Vivre
Pour celui qu'on aime
Aimer
Plus que l'amour même
Donner
Sans rien attendre en retour
Aimer
Comme la nuit aime le jour
Aimer
Jusqu'à en mourir d'amour
Jusqu'à en mourir d'amour
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